O que Paracuru compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Paracuru compraram US$ 6.013 de outros países. É 14% a menos do que nos 12 meses anteriores, quando foram US$ 7.024.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 74 cidades de Ceará que importaram, Paracuru ficou em 72º lugar. No Brasil, em 2.399º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (2)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Fornos industriais ou de laboratório, incluídos os incineradores…0,3 toneladasUS$ 3.66561%
- 2Artigos e equipamentos para cultura física, ginástica, atletismo…2,5 toneladasUS$ 2.34839%
Todos os países (2)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2021US$ 42,6 mil
- 2022US$ 289,6 mil
- 2023US$ 25,8 mil
- 2025US$ 13 mil
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Paracuru
Quanto Paracuru importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Paracuru (CE) compraram US$ 6.013 de outros países: 2 produtos, de 2 países.
O que Paracuru mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Fornos industriais ou de laboratório, incluídos os incineradores… (61%), Artigos e equipamentos para cultura física, ginástica, atletismo… (39%).
De quais países Paracuru mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram Itália (61%), China (39%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.